O bioma Amazônia compreende uma região que abrange a maior bacia hidrográfica do mundo, a Bacia Amazônica, que detém 20% da água doce do planeta. O Rio Amazonas é o principal e o maior em volume de água do mundo, recebendo vários afluentes.
BIOMA CERRADO
O Cerrado abriga
nascentes dos principais rios brasileiros, compreendendo, segundo o IBGE, nove
das doze bacias hidrográficas existentes no Brasil. Além de abrigar tantas
bacias hidrográficas, o Cerrado localiza-se numa região em que existem grandes
aquíferos, como o Guarani e o Bambuí. Por isso, esse bioma é considerado berço
das águas no Brasil.
BIOMA CAATINGA
A Caatinga é caracterizada por ter rios intermitentes, ou seja, rios que secam durante um período do ano. Se comparados aos intermitentes, são poucos os rios perenes nesse bioma. Ou seja, que não secam no período de seca. Um exemplo deles é o São Francisco. Os rios da Caatinga nascem nas cabeceiras das serras e chapadas. O lençol freático da região abrangida por esse bioma possui baixo nível de água em virtude da escassez de chuvas e do solo pouco permeável.
A Mata Atlântica
compreende a região onde se localizam sete bacias hidrográficas que se
alimentam dos rios São Francisco, Paraíba do Sul, Paraná, entre outros. As
águas dessa região abastecem cerca de 110 milhões de brasileiros.
O Pantanal compreende a
bacia hidrográfica do Rio Paraguai. Os principais rios que alimentam a rede
hidrográfica da região são: Rio Paraguai, Rio Cuiabá, Rio São Lourenço, Rio
Miranda, entre outros. No período das cheias, boa parte da planície pantaneira
alaga-se, fazendo com que o solo não seja capaz de absorver toda a água.
BIOMA PAMPA
O Pampa compreende uma
área constituída por duas bacias hidrográficas, a bacia hidrográfica Costeira
do Sul e a bacia hidrográfica do Rio da Prata. Os principais rios são: Rio
Uruguai, Rio Santa Maria, Rio da Prata, Rio Jacuí, Rio Ibicuí e Rio Vacacaí. A
hidrografia desse bioma apresenta elevado potencial hidrelétrico e é
extremamente navegável.
REFERÊNCIAS:
ALGER, K., & A. LIMA. 2003. Políticas públicas e a fragmentação de ecossistemas. In: D.M. Rambaldi & D.A.S. Oliveira (eds.). Fragmentação de ecossistemas: causas, efeitos sobre a biodiversidade e recomendações de políticas públicas. pp. 391-419. Ministério do Meio Ambiente, Brasília, Brasil.
CÂMARA, I. de G. 1991. Plano de ação para a Mata Atlântica. Fundação SOS Mata Atlântica, São Paulo.
ROCHA, A. A., COSTA, J. P. de O. 1998. A Reserva da biosfera da Mata Atlântica e sua aplicação no Estado de São Paulo. Terra Virgem, Secretaria do Meio Ambiente do Estado de São Paulo. São Paulo.
SCHAFFER, Wigold Bertoldo; PROCHNOW, Miriam; REIS, Ademir. Mata Atlântica e você: como preservar, recuperar e se beneficiar da mais ameaçada floresta brasileira. In: Mata Atlântica e você: como preservar, recuperar e se beneficiar da mais ameaçada floresta brasileira. Apremavi, 2002.
TONHASCA, Athayde. Ecologia e história natural da Mata Atlântica. Editora Interciência, 2005.
YOUTUBE. Alice Costa Carla
Newton Scrivano. Oficina do Saber. Editora Leya. Disponível em: < https://youtu.be/buYQJwSOX0w >.
Acesso em: 11 MAI 2020.






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